DO ENSINO MÉDIO-DF
Caderno 5: Organização e Gestão Escolar Democrática.
Este percurso refere-se ao 11º encontro da formação. Será realizado no dia 02/06/2014.
Objetivos
• Analisar o processo de institucionalização do princípio constitucional da gestão
democrática.
• Refletir sobre as práticas, as instituições e os canais de participação que garantam a
participação dos estudantes nas questões políticas e pedagógicas da escola (grêmio
estudantil; conselho escolar; conselho de classe aberto e participativo; contrato
pedagógico de sala de aula; assembleia geral da escola; projeto político-pedagógico).
PERCURSO PEDAGÓGICO
1 Socializando e Contextualizando (19h – 21h)
• Gestão democrática da escola pública: origens e contextualização
• O conselho escolar e a gestão democrática
° Lei GDF nº 4.751, de 7 de fevereiro de 2012
° Apresentação de experiências exitosas de gestão democrática na escola exposta no cartaz
• O Grêmio estudantil e gestão democrática
° Apresentação de experiências exitosas de gestão democrática na escola exposta no cartaz
2 Intervalo. (21h - 22h)
ConfraternizaçãoVídeo: Mudar Paradigmas é difícil
FIQUE LIGADO!
Entrega das respectivas atividades dos cadernos 1, 2, 3 e 5 em função do encerramento do
caderno 5, em 02/06/2014.
Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade,
tampouco sem ela a sociedade muda.
Paulo Freire
Interessante observar que a participação política no Brasil tem experimentado um crescimento constante desde a democratização. Com a promulgação da Constituição de 1988 foi dada a partida para a formação de uma vasta institucionalidade participativa que inclui conselhos, orçamentos participativos e planos diretores municipais, entre outras formas de participação. Nos últimos anos, estas formas de participação, cuja presença era fundamentalmente local, expandiram-se para o plano nacional, a partir do governo Lula. esse conjunto de fenômenos aponta na direção da presença de formas ampliadas de participação na democracia brasileira.
ResponderExcluirEsse texto pode ser lido na íntegra em:
ExcluirPIRES, R. R. C. (org.), Efetividade das instituições participativas no Brasil: estratégias de avaliação. Brasília: Ipea, 2011. (Coleção Diálogos para o Desenvolvimento).
Segue, abaixo, o link para o decreto que institui a Política Nacional de Participação Social:
ResponderExcluirhttp://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=26/05/2014&jornal=1&pagina=6&totalArquivos=172
Interessante visitar.
Durante os debates no encontro de formação de 26/05/14, surgiu uma questão em dois grupos, que gostaria de trazer nossa conversa para este blog.
ResponderExcluirPreliminarmente, nossos objetivos eram:
• Analisar o processo de institucionalização do princípio constitucional da gestão democrática; e
• Refletir sobre as práticas, as instituições e os canais de participação que garantam a participação dos estudantes nas questões políticas e pedagógicas da escola (grêmio estudantil; conselho escolar; conselho de classe aberto e participativo; contrato pedagógico de sala de aula; assembleia geral da escola; projeto político-pedagógico).
Para tanto, organizamos grupos com a finalidade de identificar e compartilhar experiências *exitosas* de gestão democrática na escola.
Dois grupos de orientadores/as, entretanto, disseram não identificar experiências participativas nas suas respectivas escolas, embora haja tais instituições. Nem grêmio, nem conselho escolar, nem PPP participativo.
* * *
Essas questões dos grupos apontam para outras questões.
Uma, nos remete à qualidade do processo deliberativo.
Outra, o debate sobre democracia deliberativa recoloca, a meu ver, o elemento institucional em pauta - a associação entre qualidade da democracia e instituição escolar na qual se realiza o processo deliberativo.
Ou seja, quais práticas participativas e deliberativas ocorrem em instituições escolares específicas, de forma que umas são mais participativas e deliberativas que outras?
Qual seria o desenho institucional?
Quando pensamos nas formas democráticas de participação, não podemos pensar em um momento homogeneamente deliberativo, mas em uma sequência de momentos mais fortemente participativo deliberativo e outros nem tanto. (AVRITZER, 2011).
Nesses termos, poderíamos analisar outros momentos participativos deliberativos para além as instituições participativas consagradas, tais como conselho escolar, Apam, grêmio estudantil; e avançar a outros que se desenvolvem em sala de aula, na organização do trabalho pedagógico, envolvendo professores/as e estudantes.